• Carlos Alberto Telles

Fiação & Tecelagem Greentextil


A produção do Super tecido Greentêxtil, o futuro para a roupa hospitalar será a tecelagem do plástico dos rios e oceanos convertendo-os em filamentos com tecnologia patenteada e de responsabilidade ambiental, desenvolvida com técnica de processo de trefila por centrifugação, sem sacrificar o meio. O não tecido é fabricado conforme norma NBR- 13370, em processo patenteado, feito de fibras sintéticas, que são mais finas que a fibra natural de algodão, sendo sua menor espessura tem 1,4 dtex o que traduz em roupas com um toque mais agradável e mais conforto para o uso, evita odor causado por fungos, evita formação de mofo causados por fungos nos tecidos naturais, além de reduzir a transmissão de alergias dos artigos de tecidos naturais, favorece a saúde e ao bem estar o tecido durável é resistente ao uso nas lavagens e com maior durabilidade.


A composição do não tecido - Greentêxtil é feita no alimentador da centrifuga-trefiladora, com poliéster granulado, que também nessa fase pode-se adicionar diversos tipos de matérias primas além do poliéster para fabricação de outros tipos de não tecido, tais como: poliamida, acrílico, polipropileno, viscose que são matérias primas sintéticas granuladas que amolecem a temperaturas de 170 à 250ºC que pode ser definir outros tipos do tecido Greentêxtil para diversas outras utilizações com baixa adição de aditivos com ações antimicrobianos, antibacterianas e antifúngicidas, que não altera as características do não tecido – Greentêxtil, já vindo na cor pode dispensar o uso de corantes que nessa fase garantem cores mais sólidas para o durável e maior resistência da cor nas lavagem e também a adição de óleos e outros para eliminar a carga estática do não tecido (outra característica e o principal diferencial até hoje não existente nos “não tecidos” ou seja a eliminação da carga estática para poder ser utilizado no setor médico-hospitalar em centros cirúrgico e outros aditivos para aplicação nos diversos setores de confecção.


NOTA: O PET é da família dos poliésteres, a sigla utilizada para Polietileno Tereftalato, desenvolvido por dois químicos britânicos, John Rex Whinfield e James Tennant Dickson, em 1941. Ele é utilizado, principalmente, na forma de fibras para a indústria têxtil e de embalagens para bebidas.




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